Você sabia que durante a pandemia da COVID-19, o aleitamento materno foi afetado de forma positiva e negativa? Devido aos bloqueios e restrições de movimento na maioria dos países, os pais tiveram mais tempo de estar em casa e se concentrar em cuidar e nutrir seus bebês. Por outro lado, a separação de mães e bebês devido aos riscos percebidos de transmissão do coronavírus tem sido praticada em vários lugares.
Mesmo assim, a OMS recomenda mantê-los juntos porque o aleitamento materno não é apenas seguro, mas também previne a mortalidade neonatal excessiva. O impacto da separação no início e continuidade do aleitamento materno pode ser devastador.
Diante de todos esses fatos, nasceu o projeto de extensão da Faculdade do Trabalho “Proteger a Amamentação: Uma Responsabilidade de Todos”. Que contempla a pesquisa o ensino técnico/universitário, integrando os três pilares da instituição, dada a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, quando se estende à sociedade.
Ele traz como proposta uma campanha de divulgação sobre a importância do aleitamento materno em nossa comunidade através de cartas a ser distribuídas nos locais de coleta e entrega do leite materno na cidade de Uberlândia/MG de forma interdisciplinar com os alunos do curso técnico em Enfermagem por meio de suas disciplinas.
Essas atividades serão desenvolvidas tanto interna quanto externamente, entre a Faculdade do Trabalho, Rede de Atenção à Saúde de Uberlândia e HC-UFU – Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia.
Por fim, o trabalho realizado de forma interdisciplinar irá propiciar um ambiente favorável à amamentação, é um aspecto vital para proteger e apoiar o aleitamento materno. Essa abordagem deve reconhecer o aleitamento materno como uma responsabilidade compartilhada e implementar políticas baseadas em evidências sobre o que sabemos que funciona para apoiar o aleitamento materno. Mudanças adequadas na política e, na prática, podem fazer uma diferença crítica no cotidiano dos pais de crianças amamentadas.

